segunda-feira, 10 de abril de 2017

Autoestima e terapia ocupacional


Fonte: Google imagens

"Será que sou capaz?" ou "O que as pessoas vão pensar de mim?"

Em diversos e diferentes eventos de nossas vidas nos deparamos com situações que mexem com a nossa autoestima, nos fazendo ter alguns questionamentos.

A autoestima pode ser definida como um sentimento que se tem de si próprio, de como a pessoa se enxerga e o que pensa dela mesma, podendo ser tanto aspectos positivos quanto negativos.

Por exemplo, quando o sujeito se vê com uma doença e esta progride com a presença de incapacidades físicas, dificultando ou até mesmo impossibilitando a pessoa de realizar algumas atividades, isto pode levá-lo ao isolamento social, ansiedade, depressão e consequentemente à redução ou perda de sua autoestima, refletindo em todos os aspectos de sua vida.

Um dos profissionais que pode auxiliar nessa situação é o terapeuta ocupacional que, por intermédio do uso de atividades, promoverá a melhora da funcionalidade, bem como o resgate dessa autoestima.

O uso de atividades de interesse da pessoa facilita e possibilita que esta se reconheça como alguém capaz, que cria, que atua, que se reconhece como um ser ativo e participante de sua própria vida.

Uma boa autoestima permite um melhor julgamento e enfrentamento das adversidades do cotidiano. Por isso tenha sempre em mente:

VOCÊ É CAPAZ! VOCÊ É IMPORTANTE! VOCÊ CONSEGUE!

Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional




Graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.





Stephanie Santos
Terapeuta ocupacional

23 anos, Terapeuta Ocupacional (CREFITO3: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por viagens (as literárias também).



Referências

ALVAREZ, C.R.S.T.; MARTINS, M.B.S. A terapia ocupacional e suas possíveis contribuições na saúde mental coletiva. Vittalle, Rio Grande, n.24, v.2, p. 63-68, 2012.

DINI, G.M.; QUARESMA, M.R.; FERREIRA, L.M. Adaptação cultural e validação da versão brasileira da Escala de Autoestima de Rosenberg. Rev Soc Bras CirPlást. n.19, v.1, p. 41-52, 2004.

FROES DA SILVA, M., PAES DA SILVA, M. A auto-estima de pacientes ambulatoriais com queimaduras. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 17, n. 3, p. 75-84, 2002.

OLIVEIRA, J.N.; TAVARES, C.M.; SQUASSONI, S.D.; MACHADO, N.C.; CORDONI, P.K.; BORTOLASSI, L.C.; LAPA, M.S.; FISS, E. Impacto das atividades na autoestima dos pacientes em um programa de reabilitação pulmonar. Einstein, v.13, n.1, p. 47-51, 2015.


Um comentário:

  1. 🙆 Parabéns meninas, tenho um imenso carinho e orgulho de vocês, sempre engajadas e atuantes, percebo o comprometimento e 🌻seriedade as quais vocês empregam em prol dos seus semelhantes ... 🤓grande abraço, Deus abençoe grandemente suas vidas
    👏👏👏👏👏

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