sexta-feira, 9 de junho de 2017

Inclusão social





“Inclusão significa aceitar todos. Caso um fique de fora, já não é inclusão. ” 

(Sassaki R.)

De acordo com o último censo do IBGE (2010), no Brasil existem 45,6 milhões de pessoas com deficiência (PcD), sendo 9 milhões apenas no estado de São Paulo.

É nítido que muito mudou quando comparamos o passado com a atualidade no que se refere à pessoa com deficiência, visto que antigamente (Roma Antiga e Idade Média) as PcD eram sacrificadas ou expostas ao público como aberrações da natureza. Hoje, diversas leis amparam esse público, mas ainda há muito o que melhorar para realmente incluí-las, seja na sociedade, na escola ou no mercado de trabalho.

Mas para chegar onde estamos hoje, no que diz respeito à inclusão, algumas fases a antecederam. São elas: 

  • Exclusão
  • Segregação
  • Integração
  • Inclusão
Na exclusão, as PcD eram excluídas de ambientes sociais, além de serem impedidas de frequentar espaços escolares, pois eram consideradas dependentes e incapazes de executar qualquer função. Suas potencialidades e habilidades preservadas não eram identificadas e muito menos estimuladas.




Já na segregação, algumas PcD possuíam certo espaço na sociedade, porém ainda sofrendo discriminação, uma vez que a sociedade acreditava que as PCD podiam oferecer algum perigo e dessa forma eram isoladas em instituições segregadoras.



Na integração, as PcD passaram a ser agrupadas de acordo com a deficiência apresentada e então inseridas em ambientes que as “treinem” para viver em sociedade. Mesmo com características de segregação, a integração representou um significativo avanço. 



Finalmente a inclusão, que pode ser definida como um processo no qual a sociedade se adapta para incluir as PcD e possui como princípios para sua prática:

  •  Aceitar as diferenças
  •  Valorizar cada pessoa
  •  Conviver dentro da diversidade humana
  •  Aprendizagem por meio da cooperação




A inclusão social é um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade por intermédio de pequenas e grandes transformações, tanto em espaços físicos, mentalidade e atitude das pessoas.

Infelizmente a inclusão ainda não é 100% realidade. Mas estamos no caminho!

E você? Sente-se incluído? Promove a inclusão?

Que tal refletir sobre o assunto?

Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional




Graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.





Stephanie Santos
Terapeuta ocupacional

23 anos, Terapeuta Ocupacional (CREFITO: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por viagens (as literárias também).



Fontes





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