quarta-feira, 5 de julho de 2017

Quando a dor não é uma opção


Fonte: Google imagens

Quando a dor não é uma opção, precisamos conviver com ela. Não escolhemos sentir dores, mas podemos escolher não sofrer, seja pela não aceitação da doença, realizar o tratamento ou deixar de viver em função dessa nova condição.

Precisamos não ter medo de mudar a medicação quando não nos adaptamos, enfrentamos algum surto ou nos sentimos inseguros.

Mesmo que leve algum tempo e algumas buscas é essencial encontrar médicos que possam cuidar de nosso quadro e nos acompanhar. Muitas vezes é complexa essa tarefa. Alguns conseguem acertar, por exemplo, o neurologista nas primeiras consultas, outros, pela não aceitação e seus motivos pessoais, realizam diversas consultas até encontrar um profissional que possa ouvir a sua condição como paciente e ser humano e exista uma relação de empatia e confiança.

É verdade que ouvir sobre o nome de qualquer doença pode ser uma sentença ruim. Contudo precisamos, entre altos e baixos, prosseguir com o tratamento indicado em cada caso e que é avaliado pelo médico que acompanha o paciente. E, o mais importante é não desanimar, seja pelo fato de aparentemente para você ou para outros demonstrar estar bem ou por não conseguir enxergar progressos. O tratamento é constante e é necessário procuramos uma melhor qualidade de vida.

Pense que a dor não podemos escolher devido a nosso quadro crônico que é complexo, mas devemos escolher cuidar de nós de forma especial.  
  
Jennifer Araujo 



Formada em Comunicação Social - produção editorial, 31 anos, divorciada, apaixonada por música, viagens e fotografia. Diagnosticada com esclerose múltipla desde 2013.




2 comentários:

  1. Eu comecei a usar o Natalizumabe, alguma coisa irá mudar!!!
    Espero.

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  2. Pois eu começarei outro tratamento... As Dores não param.

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