segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Ainda é tempo...


Fonte: Google imagens


Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer...
Devia ter arriscado mais, ter errado mais, ter feito o que eu queria fazer...
As frases dessa música são um convite à reflexão sobre quem somos, como estamos vivendo e o que podemos fazer para viver melhor.
Não é difícil retroceder no tempo e lembrar das vezes que deixamos de demonstrar nosso amor, das vezes em que seguramos o choro por querermos demonstrar que éramos fortes,  quando  o que mais queríamos era simplesmente deixar as lágrimas rolarem até nos sentirmos aliviados.
Quantas vezes deixamos de aproveitar pequenas coisas que a vida estava nos oferecendo  por simplesmente julgá-las sem importância? Sem falar de todas as vezes que criticamos alguém ou ficamos furiosos ao sermos criticados. Quantas coisas não deixamos de fazer?
Quanto tempo gasto dando importância a coisas sem importância?
Quantas alegrias deixamos de viver para darmos espaço à tristeza e ao rancor?
E as mágoas que se apoderaram por dias, meses e até anos das nossas vidas, afastando  pessoas que amávamos por simplesmente pensarem diferentes de nós e permitimos que este espaço de tempo se transformasse em uma cratera imensa?
Se pararmos para refletir podemos analisar quantas inutilidades nós armazenamos. Perdemos um tempo enorme alimentando sentimentos nocivos ao nosso corpo e espírito.
Mas existe uma notícia boa: ao contrário da música que foi inspirada em frases escritas em lápides de cemitério, estamos vivos!!! Isso, estamos vivos!!!! Podemos nos inspirar na música para buscar mudanças: amar mais, chorar mais, arriscar mais, fazer o que se quer fazer. Aceitar as pessoas como elas são, parar de julgar, respeitar as opiniões não significa acatá-las, apenas entender que cada um sabe as alegrias e as tristezas que traz no coração.
Cuide de você, se autoavalie e no momento em que você se ofender com uma opinião contrária à sua, pare, pense e reflita: se  você se julga certo o outro também está se julgando correto e se sentindo no direito de se ofender por sua opinião ser contrária a dele, pois cada um tem seu espaço, o que difere é a coerência que se faz mais presente em uns do que em outros.
Portanto, busque tornar a vida mais leve, tranquila e feliz e veja que mesmo nas adversidades sempre encontramos algo que nos faz sorrir, mesmo que seja vendo o sol se por...

Vilma Prado






Estudante de psicologia e PNL (Programação neurolinguística).  Amante da psicologia comportamental. Diagnosticada em 2014 com TAG (transtornos de ansiedade generalizada), saiu em  busca pelo autoconhecimento e aprendeu que sua felicidade depende apenas dela mesma. Libertação, superação e determinação a definem.




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